
Terminou ontem ( 1 de Abril) em Bruxelas, a III Cimeira África-Europa da Juventude iniciado no dia 31 do mês transacto, contando com a presença de 70 jovens lideres oriundo de vários países de África e Europa.
A Cimeira visava produzir recomendações para os chefes de Estados e de Governo que se reúnem a partir de hoje, na capital belga para a IV cimeira UE-África. Pela primeira vez, a juventude santomense esteve representada num evento dessa efeméride, que apregoa o estreitamento dos dois continentes, no intento maior de desenvolverem uma relação mais profunda em variadas vertentes de cooperação.
Wildiley Barroca, Secretário-geral do Conselho Nacional da Juventude do país, e por sinal também, Assessor para Comunicação e Relações Publicas da União Pan-africana da Juventude para África Central, entidade de consulta da União Africana, para questões da juventude e uma das organizadoras deste certame, considera que “para além de ser mais uma desafio eloquente, dar a conhecer e mostrar o que se faz no país, é uma oportunidade única de criar sinergias com parceiros estratégicos no ramo da juventude africana e europeia, bem como abrir portas para um conjunto de oportunidades que os jovens do nosso país ainda não beneficiam, seja por ignorância ou pelo desconhecimento delas”.
Barroca, afirma que a participação do país na União Pan-africana da Juventude, tem sido satisfatória, tornando-se a porta de entrada da juventude santomense para o mundo, um processo que segundo ele vem consolidando-se, mas que não descarta a necessidade de uma aposta urgente e eficaz na formação, particularmente nas línguas estrangeiras para os jovens.
A III Cimeira África-Europa da Juventude, contou na sua abertura com a presença do Presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, que no ato do seu discurso garantiu que a promoção do empreendedorismo jovem será umas das prioridades da agenda de trabalho da Cimeira dos chefes de Estado, segundo ele o combate ao desemprego jovem tem afectado todos os intervenientes, e será preciso prover com urgência os mecanismos que façam frente a este problema.
Problema que estará no centro das atenções de chefes de Estado ou de governo de cerca de 20 países Europeus e de mais de 40 nações africanas presentes na IV Copula UE-África que tem como tema “investir nos povos, na prosperidade e na paz”, segundo o Conselho europeu, esta Cimeira de 2014 oferecerá uma oportunidade para observar a Parceria UE-África por um novo prisma, destacar alguns dos resultados alcançados e explorar áreas de cooperação futura.




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