Fonte: Inventar (air) as Roças |
As ilhas de São Tomé e Príncipe vão apresentar candidatura a uma vaga ao património mundial da Unesco em 2017, anunciou hoje, o Ministro da Cultura, Jorge Bom Jesus. Para tal, decorre desde terça-feira na capital deste país insular e com auxilio de dois peritos recrutados pela UNESCO, designadamente um angolano e um caboverdiano, um atelier para elaborar um plano estratégico trienal, contendo elementos com valores físico e imaterial susceptíveis de virem a concorrer a lista de património mundial da Unesco. Bastante optimista quanto ao sucesso do projecto, o governante que detém, igualmente, a pasta da Educação e Formação e que falava quando presidia a cerimonia de abertura do certame de quatro dias, considerou que “São Tomé e Príncipe é um grande museu que precisa de conservar tudo o que nele existe”. Na sua óptica, concorrem para aprovação do projecto múltiplos acervos e riquíssimos valores socioculturais do arquipélago, “produzidos desde os ciclos de cana-de-açúcar e do cacau (…) em séculos 16 á 20”. Nazaré de Ceita, directora da Biblioteca Nacional e Secretária Geral da Comissão Nacional da UNESCO lamenta sucessivas situações de instabilidade política no país que “inviabiliza” elaboração de projectos sustentados, mas entende que o desiderato das autoridades santomenses tem sérias perspectivas de se vingar tendo em conta enormes ‘’vestígios de engenhos existentes no país, como Igrejas, casas velhas e de grande valor arquitectónico, vestígios do forte de são Jerónimo e, museu”. Participam neste atelier mais de três dezenas de pessoas, dos quais, técnicos ligados a conversação dos acervos histórico e cultural de São Tomé e Príncipe. Participam neste atelier mais de três dezenas de pessoas, dos quais, técnicos ligados a conversação dos acervos histórico e cultural de São Tomé e Príncipe. Artigo publicado em: www.stp-press.st |


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