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O Centro de Integridade Pública (CIP), uma Organização não Governamental (ONG) de combate à corrupção, foi instituída em São Tomé e Príncipe. Deodato Capela, fundador do CIP em São Tomé e Príncipe, disse que criou a organização no arquipélago depois de ter adquirido competências em Portugal no combate aos “crimes de colarinho branco”. Deodato Capela mostrou-se “preocupado com o nível de corrupção” no país, mas ressalvou que a ONG não pretende “atacar ninguém” sobre casos que foram divulgados pela imprensa. Segundo Deodato, “num país onde o nível de corrupção é baixo existe desenvolvimento e a qualidade de vida da população é desejável”.O jovem recém-formado em Portugal em Gestão e Administração Pública, com experiência nas áreas de criminologia de investigação policial, de operações especiais, adquiridas em diversos ramos das forças portuguesas, prometeu mobilizar toda a população para conhecer o factor corrupção. “A nossa ONG vai agora bater as portas para que isto funcione à letra, vamos criar mecanismos desde publicidade na televisão, campanhas de sensibilização nas escolas nas instituições privadas”, assegurou Deodato Capela. O líder do CIP elegeu como uma das suas prioridades a advocacia junto dos órgãos de soberania, para que no novo Código Penal em adaptação seja consagrado o direito de acesso à informação.
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