Chegada da fibra óptica


Chegada da fibra óptica

Numa cerimónia oficial que contou com diversas individualidades, fez-se a amarração do cabo Submarino de Fibra na Praia Melão, para a ligação terrestre, através das condutas de estrada, até São Gabriel.

Os trabalhos de conexão de São Tomé e Príncipe ao cabo submarino de fibra óptica de telecomunicações que deve ligar a África Ocidental, a Europa e o resto do mundo foram efectuados na passada terça-feira dia 15 de Novembro.

Entretanto, só a partir de Outubro de 2012, começará o projecto de implementação e fornecimento aos clientes.

De acordo com o director Comercial da Companhia São-tomense de Telecomunicações (CST), Emery d’Alva, quando começar a comercialização “nada mais será como antes, sabemos que haverá um novo operador, com novos serviços.

A própria CST também está a revolucionar os seus serviços, muito brevemente vamos lançar o 3G que é a Terceira Geração, isto é, a banda larga móvel, para que boa parte do território nacional possa estar ligado pela internet”.

Por sua vez, o Ministro das Obras Públicas e Recursos Naturais, Carlos Vila Nova, explicou que “as novas tecnologias permitem-nos ter acesso a conteúdos que nós não temos. Este é um momento aguardado com muita expectativa e ousaria dizer até, desejado, porque esperávamos por isso há muito tempo. Aconteceu hoje, estamos todos de parabéns, é algo que vai trazer melhorias muito significativas na forma directa de lidar com as telecomunicações em geral e depois com todos os seus efeitos indirectos”.

De facto, este cabo submarino vai fornecer uma largura de banda com potência equivalente a 10 vezes a capacidade do actual cabo que liga a África Ocidental e mais de 20 vezes a capacidade de satélite actualmente disponível na África Subsariana.

A nova tecnologia irá, permitir comunicações internacionais mais fiáveis, aumento da qualidade e velocidade das ligações de Internet e nas ligações móveis, bem como a inevitável redução dos preços.

O projecto de instalação de fibra óptica nas ilhas, é uma parceria tripartida que envolveu o Banco Mundial (BM), o Estado são-tomense e a Companhia Portuguesa de Telecomunicações (PT) accionista maioritária da CST e está avaliada em 25 milhões de dólares.

Fonte: Jornal Reporter STP

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