São Tomé Príncipe no top + das economias africanas


Economia de São Tomé e Príncipe

São Tomé e Príncipe está entre as 12 economias que melhores resultados obtiveram na criação de ambiente para a realização de negócios, refere o relatório “Doing Business 2012: Fazer negócios num mundo mais transparente”, do Banco Mundial (BM).

O estudo que analisa as legislações que afectam as empresas em 183 economias, entre Junho de 2010 e Maio de 2011, classificando-as, através da elaboração de um ranking afirma “as 12 economias que mais facilitaram os seus ambientes de negócios.

São Tomé e Príncipe está entre as 12 economias que melhores resultados obtiveram na criação de ambiente para a realização de negócios, refere o relatório “Doing Business 2012: Fazer negócios num mundo mais transparente”, do Banco Mundial (BM).

O estudo que analisa as legislações que afectam as empresas em 183 economias, entre Junho de 2010 e Maio de 2011, classificando-as, através da elaboração de um ranking afirma “as 12 economias que mais facilitaram os seus ambientes de negócios.

São Marrocos, Moldávia, Macedónia, São Tomé e Príncipe, Letónia, Cabo Verde, Serra Leoa, Burundi, Ilhas Salomão, Coreia do Sul, Arménia e Colômbia”.

A maior facilidade na criação de empresas através de um balcão único, o fim da exigência de licença de exploração de empresas comerciais e a melhoria na obtenção de alvarás de construção valeram a São Tomé e Príncipe a subida da 174ª para a 163ª posição no ranking.

O documento sublinha ainda que o arquipélago “aperfeiçoou o comércio internacional através da adopção de melhorias a nível legislativo, administrativo e tecnológico”.

Cabo Verde, outro dos países africanos de expressão portuguesa, que no relatório anterior ocupava a 129ª posição, subiu 10 lugares.

“A economia melhorou o seu sistema de informação de crédito através da introdução de uma nova plataforma on-line”, refere o relatório, acrescentando que foram também facilitados os processos de insolvência e de registo de imóveis.

Embora num ritmo menos intenso, também a Guiné-Bissau conseguiu melhorias, passando da 181ª para a 176ª posição, com o relatório a destacar a maior facilidade de criação de empresas e de acesso ao crédito.

Em posição diametralmente oposta, estão Angola e Moçambique que pioraram a sua prestação nesta área.

Moçambique passou da 132ª para a 139ª posição e o Banco Mundial assinala que o país “dificultou a obtenção de energia eléctrica”, passando a exigir autorização do Ministério da Energia para projectos de ligação e fiscalização de obras.

Globalmente, o relatório refere que 125 das 183 economias aplicaram um total de 245 reformas no âmbito dos negócios, 13 por cento mais do que no ano anterior.

Na África subsaariana, 36 das 46 economias aprimoraram as suas regulamentações de negócios neste ano e, nos últimos seis anos, 163 economias tornaram-se mais favoráveis às empresas.

Fonte: Jornal Reporter STP

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karlley.frota

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