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S. Tomé e Príncipe vai acabar com o monopólio da companhia de telecomunicação do país, a CST, filial da Portugal Telecom. De acordo com o Jeune Afrique, o Governo lançou um concurso para a cedência de direitos para instalação de um segundo operador 2G, 3G e telefonia fixa, incluindo a participação na empresa que detém direitos no cabo submarino ACE. O Governo são-tomense contratou como adviser jurídico o gabinete Gide Loyrette Nouel, e ficou como data limite para a apresentação de propostas globais o próximo dia 8 de fevereiro. Fontes citadas pelo mesmo órgão de comunicação afirmam que um território com 212 mil habitantes poderá a ter interesse para pequenos operadores como a Africell ou a Monaco Télécom, mas não descarta a hipótese de gigantes como a MTN ou a Orange virem ser tentados por este mercado. Fontes citadas pelo mesmo órgão de comunicação afirmam que um território com 212 mil habitantes poderá a ter interesse para pequenos operadores como a Africell ou a Monaco Télécom, mas não descarta a hipótese de gigantes como a MTN ou a Orange virem ser tentados por este mercado. A justificação está no facto de a futura licença possibilitar não apenas a participação na sociedade STP Cabo, detida pelo Estado que cederá os seus 25%, e que tem uma posição no cabo submarino Ace, mas também existirá a possibilidade de deslocalizar do arquipélago alguns equipamentos de telecomunicação. Estes poderiam ser usados no Gabão e nos Camarões, o que viabilizará os investimentos na região. Artigo publicado no: www.oje.pt |





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