
Muitos passageiros aguardavam com muita excitação o voo charter inaugural da JBC Travel & Tours, que deveria ter partido de São Tomé no dia 3 de Setembro com destino a Lisboa. Após 7 dias e sem data nenhuma prevista para o arranque dos voos, com muitas reclamações de pessoas que já haviam comprado bilhete, o Presidente da empresa, Bilssen Coelho, finalmente desabafou nas redes sociais o seu descontentamento.
Bilssen Coelho disse que foram feitos todos os decursos legais para que o projecto fosse em diante e com sucesso, tendo disponibilizado as documentações legais necessárias para obtenção da Autorização do Instituto Nacional de Aviação Civil de São Tomé e Príncipe, que os nossos leitores poderão consultar aqui.
“Tivemos autorização para a execução do nosso voo e um ok para avançar com a publicidades na TVS – Televisão São-tomense e só no final do dia 3, depois dos passageiros fazerem o check in fomos confrontados com os documentos a autorizar que o voo entrasse mas não pudesse sair de São Tomé“. – lê-se na publicação no perfil do presidente da JBC Travel & Tours na rede social.
Bilssen Coelho disse que a empresa veio para melhorar muita coisa no mercado, nomeadamente baixar as tarifas que são normalmente praticadas pelas companhias aéreas que operam no nosso país. E que tal, não agradou a muitos que estão a fazer de tudo para prejudicar a JBC Travel & Tours.
Em resposta as declarações de Bilssen Coelho, o Presidente do Conselho de Administração do INAC, Eneias Santos, disse ao STP Digital que duas semanas antes do dia 3 de Setembro, já havia informado a JBC Travel & Tours que apenas autorizava a entrada do avião sem passageiros e que para o voo partir de São Tomé com passageiros seria necessária a autorização da autoridade aeronáutica portuguesa. Eneias Santos acrescentou ainda que foi-lhe dito que os documentos em falta para obtenção da autorização de saída do voo de São Tomé viriam no voo ferry de Saragoça.
Recorde-se que estava previsto que os voos charter da JBC Travel & Tours partissem às quintas da capital santomense, sendo operados pela Air Horizont (uma start-up com sede no aeroporto de Saragoça), com um Boeing 737-400 de 152 lugares.
Veja aqui – Autorização do INAC
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Escrito por
Katya Aragão |




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