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O presidente da república, Manuel Pinto da Costa, marcou presença na abertura da 7ª Bienal Internacional de São Tomé e Príncipe. A figura máxima do nosso país reconheceu o importante impacto da iniciativa na economia do país, em particular através da promoção do turismo. O presidente da república que declarou aberta a 7ª Bienal Internacional de São Tomé e Príncipe no seu discurso reconheceu que o evento é um veículo de projeção da imagem e identidade do país, “A Bienal Internacional de São Tomé e Príncipe é, sem qualquer dúvida, uma iniciativa que se transformou num poderoso instrumento de projeção no exterior da imagem, identidade e, porque não dizê-lo, da alma santomense. Este é um factor que, não me canso de afirmar, é crucial para o progresso e para o nosso desenvolvimento.” Espera-se um número considerável de visitantes durante estes 3 meses da Bienal que deverá conhecer o seu término a 28 de fevereiro, para apreciar as manifestações culturais e artísticas projetadas pela organização do evento. As 2 ilhas mestiças do equador estarão em ribalta. Ainda sobre os impactos socioeconómicos o Chefe de Estado São-tomense considera que o país tem que tirar melhor proveito da sua posição geográfica privilegiada “Como afirmei recentemente numa entrevista que concedi a um jornal angolano, São Tomé e Príncipe é um país potencialmente rico com uma posição geostratégica ímpar no seio do golfo da Guiné. Temos de conseguir saber projetar essa riqueza no exterior como uma mais-valia decisiva para o desenvolvimento económico do país.” Pinto da Costa felicitou os artistas nacionais e estrangeiros cujas obras foram selecionadas para esta VII bienal e deixou uma palavra de estímulo e apreço à todos os outros, em especial os São-tomenses que embora não tenham sido selecionados para este evento têm desenvolvido trabalhos e esforços para o progresso da arte e da cultura do país e que devem ser reconhecidos. |





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